quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Ciclo de Proteínas

Antes para entender o artigo, vamos falar sobre três tecnicas de CICLOS em nossa dieta ou treinamento.

1. Utilização do treinamento intervalado realizando a alternância de períodos de alta e baixa intensidade no treinamento aeróbico para, assim, aumentar o gasto calórico total da sessão.

2. Diminuição a ingestão de carboidratos por alguns dias para, depletar as reservas musculares ao maximo e em seguida utilizar alguns dias de alto consumo de carboidratos para maximizar as reservas de glicogênio muscular.

Este procedimento é conhecido como saturação de carboidratos(Carbo Loading) e ocasiona o aumento drástico das reservas de glicogênio muscular, forma na qual o organismo estoca os carboidratos dentro da musculatura.

3. A cada dois e três dias, alternar a quantidade de calorias ingeridas na dieta entre dias de alta ingestão calórica e dias de baixa ingestão calórica para, assim, maximizar a perda de gordura corporal sem reduzir os níveis de energia do organismo.

A utilização destes ciclos resulta em resultados acima da média. E quando analisamos a estratégia adotada para a ingestão de proteínas, a maioria dos culturistas utiliza o princípio do “quanto mais, melhor”, a fim de obter a máxima hipertrofia muscular.

Não se iluda, para ganhar musculatura necessitamos de boas quantidades de proteína na dieta, entretanto, a estratégia de ingestão é tão importante quanto à quantidade total ingerida diariamente.

O CICLO DE PROTEINA

O ciclo de proteína, que significa ingerir uma maior quantidade deste nutriente por alguns dias e, então, diminuir a quantidade ingerida por alguns dias, pode, na realidade induzir o organismo a reter maior quantidade deste nutriente do que por intermédio da ingestão constante deste nutriente diariamente.

Para aqueles que ainda são iniciantes no universo da musculação, deixe-me fazer uma breve revisão dos pontos mais importantes.

ENTENDA ALGUNS PONTOS IMPORTANTES

A musculatura é composta por proteínas. Quando você treina pesado, pequenas partes de seu tecido muscular, conhecidas como fibras musculares, são danificadas e, assim, necessitam de proteínas para serem reparadas e crescerem.
Para resumir: Parte da proteína ingerida na dieta será convertida em tecido muscular.

Então, temos a questão básica: quantas gramas de proteína devemos ingerir diariamente?
Diversos especialistas em nutrição esportiva com experiência prática dentro da musculação recomendam o consumo de 2,2 gramas de proteínas por quilograma de peso corporal diariamente (2,2g/Kg).

Diversos estudos controlados indicam que a quantidade mínima de proteína necessária para obtenção de hipertrofia muscular ao realizar-se o treinamento resistido situa-se entre 1,5 a 2,0g/kg diários.

A quantidade sugerida neste artigo é apropriada para indivíduos em regime de treinamento em alta intensidade.

Caso você pese 80kg, a quantidade necessária diariamente será de 176g (80 x 2,2 = 176) e caso você pese 65kg, a quantidade será de 143g por dia (65 x 2,2 = 143).

Para muitos, esta historia terminava por aqui, mas não hoje, porque iremos discutir como realizar a manipulação da quantidade de proteínas utilizando um ciclo para tal.

ENTENDA O CICLO DE PROTEÍNA

Para melhor entendermos como o ciclo funciona, iremos analisar em primeira instância como age o ciclo de carboidratos.

Culturistas e atletas de provas de longa duração ocasionalmente depletam seus níveis de glicogênio muscular e hepático ingerindo baixas quantidades destes nutrientes e realizando simultaneamente exercícios intensos e em períodos de 3 a 5 dias, seguidos por períodos de 3 dias em que a ingestão de carboidratos é maximizada acima dos níveis usuais e os exercícios são diminuídos ou, em alguns casos, não realizados.

Este procedimento, conhecido como Carbo Loading, tem o objetivo de produzir a saturação de carboidratos no organismo acima dos níveis considerados normais.

Por que isto é realizado?
Quando você priva seu organismo de carboidratos por alguns dias e, após isso, aumenta a ingestão deste nutriente, o organismo otimiza a absorção e o estoque de glicogênio. Com mais glicogênio armazenado, o atleta terá mais energia disponível e sua performance será aumentada no caso das provas delonga duração.

No caso dos culturistas, isto ocasionara músculos mais avolumados e a definição será mais proeminente.
Um mecanismo semelhante também será verdadeiro para a ingestão de proteínas; quando você reduz a ingestão de proteínas, a musculatura não irá imediatamente destruir o tecido muscular para compensar esta diminuição. O que ocorrerá é exatamente o oposto.

O organismo irá primeiramente à velocidade das reações catabólicas nas quais as proteínas são processadas e desmembradas e, assim, a destruição de tecido muscular será minimizada, otimizando o processo anabólico, em que o tecido muscular é sintetizado.

Obviamente, caso você prolongue este período de baixa ingestão protéica, seu organismo irá reagir começando a destruir tecido muscular para compensar a falta do nutriente. Utilizando o ciclo de proteína, supostamente isto jamais irá ocorrer.

USANDO O CICLO

Neste sistema, um período breve em que a ingestão de proteínas é diminuída é seguida por um período mais longo, no qual o consumo protéico é aumentado significativamente.

Comer menos proteínas será um truque para fazer seu organismo diminuir a quebra deste nutriente e, assim, o anabolismo será aumentado, pois ao consumir mais proteínas, conseqüentemente irá aumentar a disponibilidade deste nutriente na musculatura, ocasionando síntese de tecido muscular.

PRIMEIRA FASE - Cortando proteínas – Duração: 04 dias
Comer menos proteínas? Esta idéia pode soar como heresia para muitos culturista, mas a verdade reside no fato de que é possível ganhar musculatura em dietas com menos de 2,2 gramas de proteínas por quilograma de peso corporal diariamente.

Alguns estudos têm demonstrado que você pode ganhar músculos ingerindo diariamente 1,5g/kg, que será a quantidade sugerida para os dias nos quais o consumo de proteína é diminuído e que terá duração de quatro dias.

Mas observe a ingestão de calorias, que deve estar situada em 45kcal/kg, e a quantidade de carboidratos deve estar em aproximadamente 7g/kg.

SEGUNDA FASE - Aumentando Proteínas – Duração: 04 dias
Depois de quatro dias com baixa ingestão de proteínas, é hora de turbinar o consumo destas por quatro dias, dobrando o valor consumido.

Ou seja, é hora de consumir 3g/kg por dia. Ao aumentar a ingestão seu corpo irá automaticamente aumentar a síntese de proteínas por intermédio da maior oferta de aminoácidos para a musculatura e metabolizando parte destas proteínas para a produção de energia.

A quantidade extra de proteínas ingeridas será como um seguro para evitar que o organismo utilize a proteína muscular para outras reações necessárias no metabolismo. Por esta razão estamos sugerindo 0,8g/kg acima da quantidade usualmente recomendada de 2,2g/kg, totalizando 3g/kg neste ciclo.

Continue consumindo diariamente 45kcal/kg de peso corporal e reduza o consumo de carboidratos para 5g/kg para evitar ganho no percentual de gordura corporal.

TEMPO DO CICLO

Você pode utilizar este ciclo para oito dias pelo período que julgar necessário, dependendo somente dos resultados atingirem os patamares que você deseja. Muitos irão obter excelentes resultados e assim desejarão manter este ciclo indefinidamente.
Entretanto, o organismo se adapta com certa velocidade, o que significa para a maioria dos casos que os progressos irão estagnar após 3 a 4 meses utilizando este ciclo.
Neste caso, você pode mudar para uma dieta estável com 2,2g/kg de proteínas por dia pelo período de um mês e, então, voltar a utilizar o ciclo de proteínas novamente.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Exercícios parciais ou totais quando e como deve ser realizado.







Os exercícios parciais são indicados aos alunos com hiper flexibiliadade das artuculações por ajudarem no alinhamento articular anatômico do corpo.







Já os exercícios em amplitude total são mais indicados para alunos que treinam com o proposito de hipertrofia haja vista em sua realiazação provoca uma resistência maior ao musculo e chega a recrutar uma gama de fibras musculares.

sábado, 2 de outubro de 2010

Treinamento para bíceps




1º Flexão de Bíceps no Cross Polia Alta em Pé - Unilateral










 2º Flexão Concentrada de Bíceps Sentado Unilateral - Com Halteres










 3º Flexão de Bíceps em Pé com Barra Reta










OBSERVAÇÕES:
Sugestões de séries: 
3x6...3x7...3x8...3x9...3x10...3x11
3x13...3x14...3x15...3x16...3x15...3x16
O intervalo de recuperação deve ser 30seg  a 1min a dempender do objetivo. 
A carga deve ser proporcional a realização do movimento de forma natural em velocidade controlada sem "roubar".

domingo, 26 de setembro de 2010

Efeito platô

Não há nada mais desestimulante para quem quer emagrecer do que, no meio de uma dieta, simplesmente parar de perder peso. Sim, é esquisito. Quando uma pessoa come menos e faz mais exercício pressupõe-se que ela fique mais magra, certo? Errado. O efeito platô, como é conhecido, é uma reação do organismo à redução da ingestão calórica e, segundo os especialistas, o fenômeno se dá principalmente em pessoas que se submetem a regimes desregrados sem acompanhamento médico.

Por que acontece?

Qualquer tipo de dieta resulta numa crise de energia, pois propõe a redução da alimentação e o aumento do gasto, através de atividades físicas. A nutricionista Marcela Casanova, da Clínica de Hipertensão Arterial e Doenças Metabólicas Associadas, do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), explica: "O efeito acontece porque o organismo sofre uma adaptação para a situação de restrição de calorias que lhe foi imposta. Ou seja, funciona como um mecanismo adaptativo que guarda energia sob forma de gordura. É uma forma de defesa, ele entende que o emagrecimento não é voluntário e chega um momento em que a perda de peso freia, ou seja, a quantidade gasta fica igual à ingerida".

A nutricionista Alessandra Rodrigues, considerada uma das estrelas do ramo de personal diet, diz que não há uma justificativa lógica para o fenômeno. "Diversos estudos já tentaram comprovar as mais diferentes teorias, mas nenhum conseguiu. Acredita-se que o efeito platô seja consequência de uma redução no metabolismo. A partir do momento em que se ingere um valor calórico abaixo do habitual por um período prolongado, o organismo passaria por ajustes e o metabolismo entraria em desaceleração, brecando a perda de peso. No entanto, os estudos que apontam para isso não trazem resultados conclusivos", informa a especialista, que já cuidou dos cardápios de famosos como a apresentadora Xuxa e o cantor Daniel.

Quando acontece?

Se você está começando uma dieta agora, não se assuste: nem todos os regimes resultam no efeito platô. "Depende muito de como as refeições estão distribuídas ao longo do dia e do tipo de exercício físico feito. Às vezes, a intensidade ou o volume do exercício são elevados em comparação à dieta e a pessoa perde muita massa magra. Então, o metabolismo baixa. Como o corpo passa por um período de grande déficit durante a atividade, sem que não haja uma reposição mínima adequada, acaba por estocar mais do que consumimos ao longo do dia como reserva", diz a nutricionista Marcella Amar, que trabalha na área esportiva e tem entre sua clientela vários atletas olímpicos e celebridades, como Paola Oliveira e Juliana Alves

Como evitar o efeito platô?

O segredo para evitar este 'freio' na perda de peso é criar uma alternância entre as dietas. "O ideal é não manter dietas muito restritivas por períodos prolongados, alterar o esquema alimentar e manter a prática de atividade física, variando a rotina do tipo de atividade", aconselha Alessandra. "Qualquer dieta que pretenda reduzir grandes quantidades de peso precisa ter uma estratégia de entra e sai de dieta. Ou seja, realiza a dieta durante um tempo e depois faz um programa para recuperar o metabolismo. O ideal é se exercitar gastando exatamente o que se come, só que isso não emagrece. Para emagrecer o melhor é alternar a agressão com a recuperação", completa o nutrólogo Alexandre Merheb.

Regimes de caráter muito rígido devem ser escolhidos com cuidado, já que o efeito a longo prazo, em geral, não é satisfatório. "A maioria das pessoas adotam um plano muito rígido e imediato. Não fazem uma redução gradativa, querem parar de comer do nada. Mas essa restrição total, apesar de ser eficiente a curto prazo, não funciona a longo prazo e o resultado é ou o efeito platô ou o efeito sanfona, que é quando a pessoa engorda todo o peso perdido", ressalta a nutricionista Marcela, que aconselha: "Associar alimentação equilibrada com exercício físico é a chave para quem quer emagrecer. Principalmente porque, com a reeducação e a realização regular de atividades físicas, a chance de voltar a ganhar peso é muito mais difícil. Com a combinação desses dois fatores, você garante a manutenção completa do peso".

Alessandra faz coro com a nutricionista do HUPE: "Muito maior é o risco de apresentar o efeito platô quando não existe o exercício. A atividade é uma maneira natural de se estimular o metabolismo. Os pacientes adoram um remedinho, mas devem se lembrar que nada melhor e mais natural do que a prática de exercícios. A realidade é essa: é preciso esforço. Não adianta querer se prender a fórmulas mágicas", reforça.

TESTE: QUE DIETA COMBINA COM VOCÊ?

Será que a dieta ideal existe?

"Não existe dieta ideal, existe a dieta possível. Ela deve ser compatível com os hábitos de cada um. Dieta é uma coisa que você opta fazer. Ela é um tratamento", acredita Alexandre Merheb. Já para Marcela Casanova, o segredo está na reeducação alimentar: "É preciso que a restrição calórica seja feita de forma gradual e sempre conciliá-la com atividade física. É importante realizar um fracionamento das refeições com pouco volume ao longo do dia e não omitir refeições, achando que isso vai reduzir calorias, porque você vai acabar compensando em outra refeição".

Considerar objetivos de cada paciente e levar em conta seu estilo de vida é, para Casanova, o primeiro passo para a elaboração de um programa alimentar satisfatório. "Tipo de exercício feito, disponibilidade alimentar, possíveis necessidades especiais são fatores a que devemos prestar atenção. De acordo com essas diretrizes iniciais, deve ser traçada uma dieta em que as concentrações de carboidratos, proteínas, gorduras possam variar ao longo do dia, o que pode ser obtido através de certas combinações especificas dos alimentos. Mudando o tipo de combinação em cada refeição de forma individual, todo processo fica muito mais fácil e melhor, viável a longo prazo", destaca.

A nutricionista Alessandra Rodrigues prefere apostar em uma rotatividade de dietas. "Diversificada, nutricionalmente equilibrada e associada a atividade física regular. Gosto muito de trabalhar com um rodízio de dietas, ora trabalho com dietas levemente mais protéicas, ora com menor índice glicêmico, ora mais calórica e depois menos, mas sempre buscando o bem-estar do paciente, o equilíbrio nutricional e o estímulo a hábitos mais saudáveis", conclui a especialista.

Fonte:

sábado, 18 de setembro de 2010

Benefícios do consumo de água para saúde

agua

A água é a nossa maior fonte de vida, é um dos bens mais importantes para a nossa saúde.

Benefícios que o consumo de água pode nos oferecer diariamente.

- A água tem 0 caloria, portanto não engorda
- Contém nutrientes que não são encontrados em qualquer outro lugar.
- Hidrata naturalmente a pele, deixando-a viçosa e bonita.
- Ajuda na desintoxicação do organismo, aliviando o trabalho dos rins e evitando assim a formação de pedras. Essa ação desintoxicante e o fato de melhorar a circulação sangüínea previnem o aparecimento da temida celulite.
- A água faz com que os intestinos trabalhem melhor, tendo um bom funcionamento
- Beber pelo menos dois litros de água por dia evita rugas e o envelhecimento precoce.
- Ao contrário do que se pensa, a água com gás não dá celulite.
- Beber um copo de água em jejum, ao acordar, prepara o sistema digestivo para um novo dia.
- Estudos comprovam que as pessoas que tomam de 8 a 10 copos de água por dia, possuem significantes alívios de dores nas costas e juntas.

Como a água cuida da sua saúde:

  • Combate o cancro-Uma ingestão insuficiente de água aumenta o risco de padecer de cancro da bexiga e do cólon porque fomenta a concentração de substâncias tóxicas nestes órgãos. Uma ingestão adequada de água reduz o risco.
  • Combate as infecções-Beber entre cinco a oito copos de água por dia reduz a produção de pedras nos rins e as infecções urinárias. Para além disso, mantém as mucosas do sistema respiratório convenientemente hidratadas, e diminui o risco de infecções virais como a gripe. A água também ajuda a limitar a incidência de ataques de asma.
  • Cuida da boca-A saliva, que contém substâncias antibacterianas, diminui se não bebermos água. Isto favorece a presença de bactérias que provocam gengivites, cáries e outras doenças da boca.
  • Regula o metabolismo das gorduras-Uma ingestão insuficiente de água faz com que os depósitos de gordura do nosso corpo aumentem, devido a um funcionamento incorreto do fígado, responsável por metabolizar as gorduras e convertê-las numa fonte de energia para o organismo.
  • Ajuda-a a ficar saciada-A água tem um efeito saciante e, portanto, faz com que comamos menos. Para além disso, como a água que bebemos está a uma temperatura mais baixa do que a corporal, o organismo tem de queimar calorias para poder aquecê-la.
  • Evita a retenção de líquido-Quando o corpo recebe pouca água interpreta-o como uma ameaça para a sua sobrevivência e compensa essa carência retendo líquidos. Para o evitar, basta fornecer-lhe toda a água de que precisa. Como cuida da sua beleza
  • Trava o envelhecimento-Com o passar dos anos, o nosso organismo perde cada vez mais água, o que afecta, sobretudo, a pele. No entanto, se bebermos o suficiente, o equilíbrio entre a água que possuímos e a que perdemos mantém-se, e a pele mantém-se jovem durante mais tempo.
  • Reforça a função protectora da pele-Para que se possa defender de agentes prejudiciais como o sol, o frio, o vento, a poluição ou as infecções, é fundamental que a pele mantenha um grau óptimo de humidade. Caso contrário, fica debilitada e exposta a todo o tipo de agressões, que a tornam irritável e sensível.

Uma água para cada necessidade:

  • A água mineral distingue-se das outras águas pelo seu conteúdo em minerais. Devemos analisar bem a sua composição para escolher aquela que é mais benéfica para o nosso caso.
  • Diuréticas-Águas com baixos níveis de sódio. Têm um reduzido conteúdo neste mineral (menos de 20 mg/l), pelo que são ideais para pessoas que sofrem de retenção de líquidos, hipertensão, doenças cardiovasculares ou problemas hepáticos.
  • Infantis-Águas de mineralização débil. A sua reduzida quantidade de cálcio (menos de 150 mg/l) faz delas a melhor escolha para a preparação de alimentos infantis (leites e papas).
  • Dietas Pobres-Águas de mineralização forte. Águas com resíduo seco superior a 1.500 mg/l, muito ricas numa grande variedade de minerais, pelo que são recomendadas para pessoas com carências nutricionais causadas por uma alimentação pobre.
  • Aperitivas-Águas carbónicas. O conteúdo em gás pode ser natural ou acrescentado, e serve para estimular o apetite.
  • Digestivas-Águas bicarbonatadas. Com mais de 600 mg/l de bicarbonatos, têm um efeito neutralizante sobre a secreção gástrica, reduzindo a acidez.
  • Para a anemia-Águas ferruginosas. Com um conteúdo de 1 mg/l de ferro, combatem a anemia e actuam sobre as doenças da pele.
  • Para os ossos – Águas ricas em cálcio e magnésio. Com mais de 150 mg/l de magnésio, contribuem para a mineralização dos ossos e dentes. São muito recomendáveis durante a menopausa.

Está esperando o que para beber mais (ou um pouco) de água?

Fonte:

Receitas de sucos naturais para manter a forma

diabeticos
SUCHÁ DE ABACAXI E CAVALINHA
Na primeira receita combine o poder do abacaxi de digestão das proteínas e o efeito de desinchaço e de reposição dos minerais da cavalinha. O kiwi também é rico em fibras que estimulam o intestino.
Ingredientes:
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1 colher (sobremesa) de cavalinha seca
  • 1 rodela de abacaxi
  • 4 folhas de hortelã
  • 1 kiwi sem a casca
  • 1 folha de alface
  • 1 colher (sopa ) de mel (orgânico)
  • 1 cubo de gelo
Modo de fazer:
Prepare o chá: coloque a água no fogo e, assim que ferver, desligue e acrescente a cavalinha. Tampe a panela. Deixe em infusão por cinco minutos e coe. Bata no liquidificador com os outros ingredientes e coe novamente.
SUCO DE AIPO COM MELÂNCIA
O segundo suco mistura o sabor da melancia com o poder de “faxina” da linhaça. “Ela é ótima porque, além de proteger contra a formação de tumores, é excelente para quem deseja perder peso, pois ajuda a diminuir o colesterol e a controlar a sensação desnecessária de apetite. A linhaça tem grandes quantidades de fibra dietética, cinco vezes mais que a aveia”.
Ingredientes:
  • 2 fatias de melancia picada
  • 1 talo de aipo com as folhas
  • 1 colher de sopa de linhaça ou Quinua real
  • 1 colher de sopa de mel (orgânico)
  • 1 cubo de gelo.
Modo de fazer:

Coloque a melancia, o aipo, as sementes e o mel e bata tudo no liquidificador, depois se quiser coe e sirva.
SUCO VERDE:
Já o Suco Verde conta com a ajuda da maçã e da couve para repor nutrientes perdidos. “A pectina, que está na casca da maçã, é uma fibra muito importante para reduzir a gordura Photobucket e a glicose do sangue, além de ser uma fruta muito rica em vitaminas B1, B2, niacina, ferro e fósforo. A couve tem alto teor de clorofila, que ajuda a limpar o intestino e ainda protege o fígado dos efeitos nocivos das bebidas alcoólicas”.
Ingredientes:
  • 1 copo de 200 ml de água de coco
  • 1 maçã com casca picada
  • 1 folha de couve
  • 1 colher de sopa de mel
  • 1 colher de sobremesa de linhaça
  • 1 cubo de gelo
Modo de preparo:
Colocar no liquidificador a água de coco, a maçã picada, a couve, o mel e o gelo. Bate tudo depois de pronto o suco, salpique a linhaça por cima do suco, para dar um a brilho e vai estar pronto para ser servido.
Fonte:

Barras de cereais: historia; benefícios para saúde; receitas

barra cereal
As ‘barras de cereal‘ foram descobertas por um navegador, na Polinésia, em 1985, chegando ao Brasil Photobucket em 1990.
As barrinhas contêm cereais integrais, ou seja, grãos cuja estrutura não foi alterada pela refinação. Assim, eles mantêm a integridade de seus nutrientes (fibras, vitaminas e minerais), ao contrário do que acontece com alguns alimentos refinados, como farinha de trigo, açúcar refinado e fubá de milho, durante os processos industriais de fabricação.
Os sabores das barrinhas são muito variados, os principais ingredientes são frutas desidratadas e cristalizadas (ameixa preta, damasco, pêra, maçã, mamão, coco e banana) e os cereais integrais (flocos de arroz tostados, flocos de aveia). Elas aumentam a sensação de saciedade, reduzem a tentação de beliscar guloseimas durante o dia e com as fibras contidas nos cereais integrais nestes alimentos o fluxo intestinal e o seu intestino funcionam melhor e com maior regularidade regularmente.
Receitas de barrinha de cereal:
Receita – 1:
Ingredientes para fazer a receita:
4 colheres de açúcar mascavo, 1/2 xícara de mel, 1 xícara de granola light, 1/2 xícara de flocos de arroz integral, 1/2 xícara de uvas passas, ameixas e damascos picados e 1/2 colher de margarina.
Como fazer a barra de cereal:
Colocar todos os ingredientes, com exceção da margarina, numa panela anti-aderente e cozinhar, sem parar de mexer, por 10 minutos ou até virar uma mistura homogênea. Usar a margarina para untar uma superfície lisa e despejar ali a mistura, formando um retângulo de, mais ou menos, um centímetro de espessura. Cortar as barrinhas enquanto a mistura ainda estiver quente. Depois que estiverem frias, guardar as barrinhas num recipiente sequinho. Fechar bem.
Receita-2:
Ingredientes para fazer a receita:
• 1/2 xícara de açúcar refinado ou mascavo
• 400 g de mel (pode ser falso ou puro)
• 2 xícaras de flocos de arroz
• 1 xícara de aveia grossa
• 1 colher de sopa de germe de trigo
• 1 colher de sopa de farelo de trigo
• 1 colher de sopa de gergelim (ou linhaça)
• 1/2 xícara de passas de uvas pretas sem sementes ou banana passa ou ameixas pretas (picadas)
• 1/2 xícara de granola
• 1/2 xícara de coco queimado
• 1/2 xícara de flocos de milho com ou sem açúcar
Como fazer o barra de cereal:
1. Misture tudo e leve ao fogo alto por 10 minutos, sempre mexendo
2. Coloque em uma forma com aproximadamente 20×30 cm untada com margarina
3. Deixe amornar e com uma faca, corte as barrinhas
*As barrinhas são nutritivas, ricas em fibras e satisfazem aquela vontade de comer um docinho no meio do dia, sem que você consuma muitas calorias

Fonte:
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